...ainda não. Mas por que?
"Então ela disse: 'qual o problema meu bem?'
Qual o problema? Eu não sei, talvez eu esteja apaixonado.
Penso nisso o tempo todo, eu sempre penso, e não consigo parar de pensar.
Quanto tempo ainda demora para eu me curar? Porque eu não posso simplesmente ignorar se for mesmo amor. Tenho vontade de enfrentar, mas eu acho que já não sei mais nada sobre amar.
Eu me rendo ao sorvete, e que este amor nunca se acabe. Eu até que não tinha tal intenção, mas não teve como escapar do seu amor.
Estes relâmpagos significam que não estamos sozinhos, nunca a sós."
Lembrei dessa música que eu acho super bunitinha do Counting Crows. E, como estou meio sensível, meio fraco, meio debilitado, meio do meio da metade, resolvi dar mais uma flechada... e quem sabe Phaetonte esteja do meu lado.
SAU-DA-DES!!!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
O não saber
Hoje eu sou aquele que lê lembranças do passado, buscado um gostinho saudosista daquilo que já fora tatuado em mim. E que, entre novidades curiosas, sente o desfloro das coisas boas.
O retrato fulústreco...
Uma indumentária novisca...
Emoções e dores.
Dor, de dolência, agonia, paroxismos, psicalgia, averno... Geena.
Eu hoje posso não ser o mesmo eu de ontem. Ou do pretérito. Tampouco aquele ulterior...
mas algo insiste aquém disso.... sem muitos sinônimos que o traduzam.
Tantas foram as ocasiões onde era possível um ponto enterrar. Ab-rogar...
Quiçá houve tentamento.
Quiçá não.
Acaso fui feito de bobo. Bobo mesmo. Bobo de truão, abderiano, lapantana, paiorra, trupizupe, sarambá, tolo.
Não poderia acreditar nisso.
Mas, confesse!
Quem o sente, assim, de arder o peito com tamanha brutalidade, não seria capaz de oferecer tantos pontos, tantas vírgulas. Tantos pontos vírgula. Não causaria o caos. Não se tem assim este poder.
E por outro lado, quem espera tanto entender essa alma, não pode secar e murchar assim.
Tola é a vida que nos ensina isso.
Se tens certezas no seu peito, resta-te pra longe dos meus olhos, pois nada é mais torpe que esta soberba.
Agora, se ainda restam dúvidas... VOLTE!
Pois é essa cisma que importa:
o NÃO saber...
O retrato fulústreco...
Uma indumentária novisca...
Emoções e dores.
Dor, de dolência, agonia, paroxismos, psicalgia, averno... Geena.
Eu hoje posso não ser o mesmo eu de ontem. Ou do pretérito. Tampouco aquele ulterior...
mas algo insiste aquém disso.... sem muitos sinônimos que o traduzam.
Tantas foram as ocasiões onde era possível um ponto enterrar. Ab-rogar...
Quiçá houve tentamento.
Quiçá não.
Acaso fui feito de bobo. Bobo mesmo. Bobo de truão, abderiano, lapantana, paiorra, trupizupe, sarambá, tolo.
Não poderia acreditar nisso.
Mas, confesse!
Quem o sente, assim, de arder o peito com tamanha brutalidade, não seria capaz de oferecer tantos pontos, tantas vírgulas. Tantos pontos vírgula. Não causaria o caos. Não se tem assim este poder.
E por outro lado, quem espera tanto entender essa alma, não pode secar e murchar assim.
Tola é a vida que nos ensina isso.
Se tens certezas no seu peito, resta-te pra longe dos meus olhos, pois nada é mais torpe que esta soberba.
Agora, se ainda restam dúvidas... VOLTE!
Pois é essa cisma que importa:
o NÃO saber...
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