Hoje eu sou aquele que lê lembranças do passado, buscado um gostinho saudosista daquilo que já fora tatuado em mim. E que, entre novidades curiosas, sente o desfloro das coisas boas.
O retrato fulústreco...
Uma indumentária novisca...
Emoções e dores.
Dor, de dolência, agonia, paroxismos, psicalgia, averno... Geena.
Eu hoje posso não ser o mesmo eu de ontem. Ou do pretérito. Tampouco aquele ulterior...
mas algo insiste aquém disso.... sem muitos sinônimos que o traduzam.
Tantas foram as ocasiões onde era possível um ponto enterrar. Ab-rogar...
Quiçá houve tentamento.
Quiçá não.
Acaso fui feito de bobo. Bobo mesmo. Bobo de truão, abderiano, lapantana, paiorra, trupizupe, sarambá, tolo.
Não poderia acreditar nisso.
Mas, confesse!
Quem o sente, assim, de arder o peito com tamanha brutalidade, não seria capaz de oferecer tantos pontos, tantas vírgulas. Tantos pontos vírgula. Não causaria o caos. Não se tem assim este poder.
E por outro lado, quem espera tanto entender essa alma, não pode secar e murchar assim.
Tola é a vida que nos ensina isso.
Se tens certezas no seu peito, resta-te pra longe dos meus olhos, pois nada é mais torpe que esta soberba.
Agora, se ainda restam dúvidas... VOLTE!
Pois é essa cisma que importa:
o NÃO saber...
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